Para entender melhor as diferenças (muitas vezes sutis) entre
os verbos que você citou, vamos classificá-los por área
de significado:
Regards, Ricardo - EMB
Q #163: Que that, who e which
Eu gostaria de saber quais são as situações em que
o that pode ser colocado no lugar do who e do
which?
Obrigado. Thiago Ribeiro Mendes <thiagorm*projesom.com.br> Oct 18,
98.
A: Prezado Thiago,
1) Em primeiro lugar, temos que entender que which
e who podem ser pronomes interrogativos e pronomes relativos.
Pronome relativo é aquele que introduz uma cláusula relativa
tipo oração subordinada adjetiva. That, por
sua vez, pode ser pronome demonstrativo, advérbio, conjunção,
e também pronome relativo.
Exemplos de who e which:
- Who are you? / Which do you prefer?
- pronomes interrogativos.
- I thanked the man who helped
me. / The book which is on the table is mine. - pronomes
relativos.
Exemplos de that:
- This book is mine but that is
yours. - pronome demonstrativo
- I'm not that stupid.
- advérbio
- He explained that language acquisition is
not the same as language learning. - conjunção
Em frases curtas, a conjunção that é normalmente omitida:
- I think it's going to rain.
- The problem that the government
is trying to solve will affect the economy. - pronome relativo
É apenas na função de pronome relativo que which
e who podem ser comparados a that e por ele
substituídos. Esta é, a propósito, uma questão
muito freqüentemente levantada por aqueles que estudam inglês.
Isto deve-se ao fato de que, no português, essas 3 opções
(that, who, which) correspondem sempre a uma única forma:
"que". A respeito desse assunto, dois aspectos devem ser
analisados:
2) Um pronome relativo pode funcionar como objeto e como
sujeito da oração subordinada.
2.a.) Quando estiver na função de objeto
(ocorrência mais comum), who(m) e which
podem ser substituídos por that ou simplesmente omitidos.
Exemplo:
The
man who(m) I saw was Mr. Jones.
The
man that I saw was Mr. Jones.
The
man I saw was Mr. Jones.
The book which
I read was excellent.
The book that
I read was excellent.
The book I read
was excellent.
Observações:
- who predomina sobre whom, cuja ocorrência
hoje está restrita a linguagem estritamente formal.
- em frases curtas é preferível omitir
o pronome relativo.
2.b.) Quando estiver na função de sujeito,
who e which podem ser substituídos por
that, mas nunca omitidos.
Exemplo:
I
thanked the man who helped me.
I
thanked the man that helped me.
The book which is
on the table is mine.
The book that is
on the table is mine.
A oração subordinada, entretanto, as vezes pode ser reduzida
a um simples adjunto adverbial:
Exemplo:
The book on the
table is mine.
Observações:
- na função de sujeito, o pronome relativo
who ocorre com mais freqüência do que that.
- na função de sujeito, o pronome relativo
that ocorre com mais freqüência do que which.
O uso excessivo de which pode ser percebido como linguagem
pedante.
Não deixe de ver Restrictive
& Nonrestrictive Clauses, um estudo mais completo sobre o uso
desses 3 pronomes relativos em inglês.
Atenciosamente, Ricardo - EMB
Q #162: Dear friends,
Once again I'd like congratulate you for this wonderful web site. My
name is Vladimir and I need your help to choose another English dictionary.
Unfortunately, I still can't travel to learn English in a country where
it's is the official language, but I'm trying hard to learn it here and
at this moment I do belive that good monolingual dictionaries, as you say
in the page, are better than the bilinguals. Thus, I ask you the indication.
Thanks and goodbye.
Vladimir Freire de Jesus <ajesus*elo.com.br> Oct 16, 98.
A: Dear Vladimir,
If you are into American English, you should consider the Merriam-Webster
dictionaries. If your preference is for British English, especially if
you are interested in etymology, you should think about the Oxford dictionaries.
Both have many different editions. Some are huge and others too small.
Newer dictionaries tend to be better than old editions.
We have the biggest Merriam-Webster (Third New International). We also
have the Webster's Collegiate Dictionary - Tenth Edition, which is a very
nice medium size dictionary, and the New Oxford Dictionary of English (1998),
an excellent modern version of the traditional Oxford. Be careful with
the name Webster which these days is of public domain. It is used by a
number of publishers and is no guarantee of quality alone. Merriam-Webster
is the name you should look for.
Sincerely, Ricardo - EMB
Q #161: O papel dos pais no aprendizado dos filhos
7) Como os pais podem ajudar o filho neste processo de aquisição de uma nova
língua (nossa revista é voltada para os pais, portanto são
necessárias dicas)? "Tânia Belickas" <belickas*sti.com.br>
Oct 8, 98.
A: Em primeiro lugar, os pais monolíngües devem cuidar para não caírem no erro
elementar de acreditar que para se falar uma língua estrangeira tem que se estudar, isto é, adquirir conhecimento
a respeito dela, memorizar vocabulário, e que isso só se alcança através de esforço,
e que esse esforço deve ser imposto e cobrado.
Embora diferentes línguas estejam normalmente associadas a diferentes pessoas, os pais que falam inglês
(bem) podem ajudar criando rotineiramente momentos de interação familiar em inglês. A criança
passará a ver o idioma estrangeiro inicialmente com curiosidade e interesse, e a seguir com com naturalidade, despertando-lhe
a consciência da existência de diferentes sistemas de comunicação humana. A produção
oral pode demorar muito e deve iniciar espontaneamente, nunca forçada.
Finalmente, os pais devem saber encontrar um ambiente de convívio
que proporcione language acquisition para seus filhos. Aqui cabem
dois alertas:
Primeiro: É grande a responsabilidade ao se colocar crianças
que ainda não atingiram a idade crítica (e mesmo depois),
em clubes, cursinhos ou escolinhas que oferecem cursos de inglês
atrelados a planos didáticos rígidos (ênfase em learning)
ou com instrutores cuja proficiência seja limitada. Sotaque e outros
desvios que normalmente caracterizam aquele que não é nativo
serão transferidos à criança, causando danos irreversíveis.
Seria como colocar a gema bruta nas mãos de um lapidador aprendiz.
Esta é uma área de atividade muito vulnerável a um
comércio inescrupuloso e amador que facilmente e freqüentemente
explora a boa-fé daqueles que buscam o melhor para seus filhos sem
poupar esforços.
Segundo: Uma vez que o momento e a forma ideal de se alcançar proficiência
em línguas estrangeiras é a idade escolar, e sendo bilingüismo uma qualificação
básica do indivíduo na sociedade moderna, compete às escolas primária e secundária
proporcionar ambientes de language acquisition - e já! Os pais devem começar
a se conscientizar disso e exigi-lo, principalmente daquelas escolas particulares
cujas receitas não justificam nenhuma postergação.
Ricardo - EMB
Q #160: 6) Quem deve ensinar
a língua: professores, pais, amigos etc, e onde deve ser iniciado
este estudo: em casa, numa escola normal, numa escolinha específica
etc? "Tânia Belickas" <belickas*sti.com.br> Oct 8,
98.
A: Em primeiro lugar temos que entender que a criança
não é ensinada; ela aprende. A nós, cabe apenas criar
o ambiente propício. Este ambiente, ao contrário dos ambientes
de adultos, que tendem a ser conceptuais e abstratos, deve ser autêntico,
material e concreto, com amplo espaço para improvisação
e criação. No plano psicológico-afetivo deve haver
uma conexão forte entre aprendiz e facilitador. Este, deve saber
desempenhar um papel mais de assistente e menos de líder, abrindo
espaço nos momentos em que o aprendiz se predispõe à
ação e a assumir a liderança.
É preciso também entender claramente a hipótese
acquisition/learning de Stephen Krashen
em sua amplamente aceita e respeitada teoria sobre aprendizado de línguas
estrangeiras:
- O conceito de language learning está ligado à
abordagem tradicional ao ensino de línguas. Refere-se ao entendimento
pelo aluno da estrutura e das regras do idioma através de esforço
intelectual e de sua capacidade dedutivo-lógica. É um processo
progressivo e cumulativo, através do qual busca-se oferecer ao aluno
conhecimento a respeito da língua estrangeira, de sua estrutura,
conhecimento esse que espera-se venha a se transformar na habilidade de
entender e falar essa língua.
- Language acquisition refere-se ao processo de assimilação
natural, subconsciente, intuitivo, fruto de situações reais
de interação humana. É semelhante ao processo de assimilação
da língua materna pelas crianças; processo esse que produz
habilidade prática e não necessariamente conhecimento. Exemplo
freqüente de language acquisition é o de adolescentes
e jovens adultos que residem em países de língua e cultura
estrangeira durante um ano ou dois e atingem um grau de fluência
quase equivalente ao de língua materna.
Em language learning, o professor ensina um conteúdo predeterminado
e o aluno adquire conhecimento; em language acquisition não
há professor, há apenas interação humana intercultural
através da qual o aluno constrói sua própria habilidade,
na direção de seus interesses.
Krashen finalmente sustenta que language acquisition explica não só
o desenvolvimento da língua materna, mas também a assimilação de línguas subseqüentes,
sendo mais importante do que language learning para a assimilação da língua
estrangeira, não só para crianças, mas até mesmo para adultos.
Portanto, o que a lingüística aplicada moderna preconiza
(especialmente para crianças!) é acquisition. E para
que acquisition ocorra, é preciso que a criança esteja
situada em um ambiente de convívio caracterizado pela língua
e pela cultura estrangeira. Um ambiente desses, entretanto, dificilmente
pode ser criado artificialmente. O elemento fundamental desse ambiente
são as pessoas que o compõe.
Se os pais, por exemplo, falarem o idioma estrangeiro como língua materna, irão
naturalmente transmiti-lo para a criança no convívio familiar. Entretanto, pais que falam o idioma estrangeiro, porém não habitualmente e não como língua materna, não devem iludir-se
com a possibilidade de ensiná-lo a seus filhos, uma vez que ambientes de language
acquisition são dificilmente criados artificialmente. A língua usada é parte
importante do relacionamento entre duas pessoas. A intimidade de um ambiente familiar
tem uma identidade única, tornando-se difícil criar ambientes múltiplos, caracterizados
por diferentes línguas. A língua que a família usa é a língua que a criança assimilará.
Para assimilar outras línguas, a criança terá que freqüentar outros ambientes.
Se o ambiente familiar não oferecer language acquisition,
pode-se buscá-lo em outros ambientes (escola de línguas),
nos quais o papel do facilitador continua sendo essencial.
Para se criar um ambiente de acquisition em sala de aula, devemos
abrir mão de planos predeterminados e o professor deve funcionar
como facilitador, preenchendo dois requisitos básicos: domínio
sobre o idioma e competência cultural em nível de língua materna
e habilidade pessoal para saber construir um relacionamento e saber explorar
os aspectos psicológicos e afetivos do aprendizado de línguas
da criança. Predeterminar o rumo desta relação através
de um plano didático seria contraproducente. Atividades predeterminadas,
sem lugar para improvisação, são intrusivas, inibem
a criatividade e ignoram diferenças individuais. É o ato
de criar que proporciona o desenvolvimento cognitivo da criança
e a língua que se pretende seja aprendida pela criança é
a que deve ser usada no processo. Quaisquer materiais ou atividades planejadas
por adultos, estariam na contramão.
O ideal é que o facilitador seja um falante nativo da língua
alvo e tenha dificuldade com a língua materna da criança,
pois isto possibilita a inversão de papéis fazendo a criança
sentir-se as vezes superior e desenvolvendo-lhe a autoestima. Se o facilitador
falar inglês com sotaque e com outros desvios que normalmente caracterizam
aquele que não é nativo, a criança os assimilará,
e talvez para sempre.
Podemos classificar em ordem de preferência os ambientes ideais
de language acquisition:
a) Um país de origem da língua e da cultura que
se procura adquirir. Por exemplo, os Estados Unidos ou a Inglaterra para
inglês. Neste ambiente os facilitadores seriam todos: amigos, colegas,
professores, e talvez o(s) próprio(s) pai(s).
b) Um ambiente familiar, como o descrito anteriormente.
c) Uma escola de línguas que saiba criar ambientes de
convívio em que acquisition possa ocorrer. Aqui a existência
ou não de um plano didático é absolutamente irrelevante.
O fundamental é que o(s) facilitador(es) preencham os dois requisitos
básicos: pleno domínio do idioma e habilidade de construir
fortes vínculos com crianças no plano afetivo.
Ricardo - EMB
Q #159: 5) Por que 12
anos é considerada uma idade limite para aprender? "Tânia
Belickas" <belickas*sti.com.br> Oct 8, 98.
A: Eu não consideraria 12 anos uma idade limite
para aprender. Eu diria apenas (e estudos assim revelam) que entre 12 e
15 anos aproximadamente, o ser humano perde gradativamente a capacidade
de assimilar uma língua estrangeira com perfeição;
ou seja, sem acento estrangeiro. Em outros aspectos como estrutura, vocabulário,
redação, etc, a capacidade permanece. Nós testemunhamos
no nosso dia-a-dia adultos de 40 e 50 anos fazendo progresso. Veja
aqui mais sobre as diferenças entre crianças e adultos no
aprendizado de línguas.
Ricardo - EMB
Q #158: 4) Qual o ritmo
de assimilação da criança? (podem aprender quantas
línguas, palavras, etc, e em quanto tempo diferentes dos adultos)
"Tânia Belickas" <belickas*sti.com.br> Oct 8, 98.
A: O ritmo de assimilação depende do grau de imersão e do tempo
de exposição. Minha filha mais velha, por exemplo, aos 3 anos de idade, até então
monolíngüe em português, foi viver no Japão. Em menos de 6 meses falava japonês
fluentemente, e em um ano, como língua materna. Com 6 anos, fomos de muda aos EUA.
Novamente, ela se tornou fluente em inglês com 6 meses e alcançou domínio equivalente
ao de língua materna em 1 ano e meio. Eu diria que essa é a regra para crianças. Quando
finalmente retornamos ao Brasil, depois de 5 anos e meio de ausência, o português
dela levou cerca de 8 ou 10 meses para se tornar igual ao de outras crianças da
mesma idade.
Já no caso de adultos, existe uma variação muito grande com relação
ao ritmo de aprendizado e ao teto, mas sem dúvida a quantidade de exposição é
sempre um fator de grande peso. Veja aqui mais sobre fatores
que afetam o ritmo de assimilação.
Também é importante não se iludir com a suposta relação entre proficiência em
língua estrangeira e quantidade de vocabulário. Não existe no âmbito da lingüística
aplicada teoria equacionando habilidade em línguas com conhecimento de vocabulário. Já vi pais se
esforçando para ensinar vocabulário a seus filhos com perguntas do tipo: "como se diz casa em inglês?", o
que é de
pouca utilidade. Mais útil
seria os pais ocasionalmente falarem inglês entre si, mesmo que com um domínio limitado, apenas para despertar
na criança sua consciência para a existência de outros meios de comunicação, além
da língua materna. Vendo a língua em seu papel funcional, vai despertar também curiosidade e interesse.
Ricardo - EMB
Q #157: 3) No cérebro,
como se processa a aprendizagem na infância? "Tânia Belickas"
<belickas*sti.com.br> Oct 8, 98.
A: Na ausência de evidência científica conclusiva, a hipótese
mais aceita hoje é de que a capacidade de assimilação de línguas está relacionada
com a lateralização dos hemisférios cerebrais. Sabe-se que os dois hemisférios
cerebrais desempenham funções diferentes.
O lado esquerdo é o lado lógico, analítico, dedutivo,
enquanto que o direito é o lado criativo, artístico, sensível,
responsável por intuições, emoções,
sentimentos.
O hemisfério direito seria, por assim dizer, a porta de entrada
das experiências e a área de processamento dessas experiências
para transformá-las em conhecimento.
Uma vez que línguas são sistemas demasiadamente complexos, irregulares e abstratos
para poderem ser resumidos e classificados em um conjunto de regras (principalmente
o inglês!), e compreendidos através de esforço intelectual e estudo formal, portanto
via hemisfério esquerdo, acredita-se que a assimilação da língua ocorra predominantemente
via hemisfério direito e acabe sedimentada no hemisfério esquerdo como habilidade
permanente.
Ricardo - EMB
Q #156: 2) A língua
é uma habilidade ou um talento inato? "Tânia Belickas"
<belickas*sti.com.br> Oct 8, 98.
A: É ambos. Todo ser humano nasce com a capacidade
ou o talento necessários para adquirir linguagem. Domínio
sobre línguas é sem dúvida habilidade e não
conhecimento, como até hoje muitos acreditam. A abordagem ainda
predominante nas escolas secundárias, por exemplo, peca por esse
erro elementar.
Ricardo - EMB
Q #155: Qual a idade ideal para começar?
Meu nome é Tânia Belickas, sou jornalista, trabalho numa revista chamada Meu
Nenê, da Editora Símbolo, em São Paulo, e gostaria de conversar com o professor
Ricardo Schütz sobre o tema: aprendizado precoce do inglês entre crianças.
1) Qual a idade ideal para começar o ensino de uma língua?
Por que? "Tânia Belickas" <belickas*sti.com.br> Oct
8, 98.
A: Prezada Tânia.
Muito obrigado pelo interesse em nosso trabalho.
Eu diria que não se trata tanto de uma questão de idade,
mas sim de oportunidade. Qualquer criança, de 1 a 10 ou 12 anos
de idade, que estiver exposta a situações reais e concretas
em ambientes de interação humana, vai assimilar não
só a linguagem desse ambiente, mas tudo aquilo que o caracteriza.
Por exemplo, se a interação humana da qual a criança
participa em seu ambiente for caracterizada por freqüente agressividade,
pode-se esperar agressividade da criança. Se for o ambiente caracterizado
por reflexão inteligente e ponderação, certamente
veremos essas qualidades refletidas no comportamento também da criança.
Se a linguagem a que a criança estiver exposta caracterizar-se
por desvios de pronúncia e excepcionalidade idiomática, os
mesmos ficarão gravados como marcas sobre cimento fresco. É
por isso que a questão oportunidade se sobrepõe em importância.
Tudo depende da oportunidade de se encontrar para a criança um ambiente
natural de situações autênticas e reais de interação
humana na língua estrangeira, e que essa língua não
contenha desvios.
Ricardo - EMB
PERGUNTAS & RESPOSTAS:
ÍNDICE
JULHO 2005 - DEZEMBRO 2006 | JANEIRO - JUNHO 2005
JULHO - DEZEMBRO 2004 | JANEIRO - JUNHO 2004
JULHO - DEZEMBRO 2003 | ABRIL - JUNHO 2003
JANEIRO - MARÇO 2003 | OUTUBRO - DEZEMBRO 2002
JULHO - SETEMBRO 2002 | ABRIL - JUNHO 2002
JANEIRO - MARÇO 2002 | OUTUBRO - DEZEMBRO 2001
JULHO - SETEMBRO 2001 | ABRIL
- JUNHO 2001
JANEIRO - MARÇO 2001 | OUTUBRO
- DEZEMBRO 2000
JULHO - SETEMBRO 2000 | ABRIL - JUNHO 2000
JANEIRO - MARÇO 2000 | OUTUBRO
- DEZEMBRO 99
JULHO - SETEMBRO 99 | ABRIL - JUNHO 99
JANEIRO - MARÇO 99 | OUTUBRO - DEZEMBRO 98
JULHO - SETEMBRO 98 | JANEIRO - JUNHO 98
MARÇO - DEZEMBRO 97 | SETEMBRO 96 - MARÇO
97
Mande suas consultas para um dos endereços abaixo
e nós responderemos com a maior brevidade possível. As perguntas
interessantes, juntamente com as respostas, serão publicadas com
o nome do autor.
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